



Há seis anos, Mural Dural sofreu acidente e teve de amputar os dois pés
Uma história de superação, amor ao futebol e idolatria a um jogador. Assim pode ser definida a relação entre Mural Dural, torcedor do Fenerbahçe, e o meia brasileiro Alex, ídolo da equipe de Istambul. Após perder os dois pés em um acidente, o turco resolveu fazer suas próteses no molde dos pés do ex-jogador de Coritiba, Palmeiras, Cruzeiro e Flamengo. As informações são do site oficial do Coxa.
- Quando fiquei sabendo da possibilidade de fazer novas próteses, a primeira pessoa em que pensei foi o nosso capitão, Alexandro de Souza - contou o torcedor, de 36 anos, ao site do clube paranaense.
Formado nas divisões de base do Alviverde, Alex contou como foi que ficou sabendo da história do torcedor. Para ele, a satisfação em ajudá-lo foi imensa.
- Fui pego de surpresa. Esse rapaz era militar e perdeu os dois pés em uma mina na zona da fronteira. Então um grupo de estudos levantou a possibilidade de fazer umas próteses, e ele necessitava escolher os pés de alguém. Eu fui o escolhido. Nem pensei, aceitei na hora, e hoje ele anda com uma cópia dos meus pés. Foi uma satisfação enorme poder ajudá-lo – disse.
Para Alex, paixão na Turquia é maior que no Brasil
Coxa-branca declarado, Alex não esconde o carinho pelo clube onde começou sua carreira. No entanto, ele revela um sentimento pouco conhecido pelos brasileiros. De acordo com o meia, na Turquia, a paixão das arquibancadas com o time chega a ser maior do que no Brasil.
- Esse caso é único. Mas temos participações diretas nas vidas dos torcedores. Somos muito requisitados e, quando possível, estamos sempre à disposição. A ligação torcedor-jogador aqui é muito maior do que a existente no futebol brasileiro – afirmou.
No sábado, Alex foi fundamental para a vitória do Fenerbahçe sobre o Kayserispor, por 2 a 0. Foram dele os dois passes para os gols do Fener. No primeiro, ele deixou Unal na cara do gol, batendo na saída do goleiro. Na etapa final, o brasileiro cobrou escanteio na cabeça de Lugano, que ampliou. Com 58 pontos, o Fener é o vice-líder, atrás do Bursaspor, que no sábado bateu o Antalyaspor e soma 61.



(Necessário aqui abrir parênteses: as tolices da diretoria em todo o episódio do rebaixamento causaria inveja aos roteiristas do Pateta, de Disney - quá! quá! iac! iac!)
O fim que está próximo, parece, e gostaria de acreditar, é essa anomalia das torcidas organizadas. Distorceram tanto sua função de simples torcedores que estão se autodestruindo.
O Secretário de Segurança Delazari pede o fim incondicional dos apêndices violentos de nossos clubes de futebol; a Câmara de Vereadores quer cadastro e monitoramento por imagem nos estádios com mais de 15 mil lugares, pra ver quem entra e sai - só irão conseguir retratinhos 3x4 com isso.
De minha parte, nunca tivesse visto os carinhas de punhos cerrados e mostrando armas de fogo, os defenderia até os quintos dos infernos. Mas não dá. Sujou.
Pra fechar - e prometo não tocar mais no assunto: as organizadas precisam seriamente repensar seu papel de torcedor. Têm de ficar trancadas num quarto, de castigo, refletindo até cair a ficha. Talvez voltar a atuar, mas numa outra geração, não nesta.
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Em tempo: veja esta pesquisa da PressFC - também não conhecia:
"Sem organizadas, 60% dos brasileiros voltariam aos estádios, atesta pesquisa. Seis a cada dez brasileiros que não vão aos estádios voltariam aos campos se as torcidas uniformizadas fossem banidas do futebol. É o que revela pesquisa TNS Sport Brasil realizada no final de novembro nos 27 Estados e no Distrito Federal.
A pergunta 'Se as torcidas organizadas fossem banidas, o senhor iria assistir aos jogos no estádio?' foi feita àqueles que afirmaram não acompanhar as partidas in loco. Responderam afirmativamente, 61,07% dos entrevistados.
'É um número bastante expressivo. Podemos afirmar tranquilamente que as torcidas organizadas afastam um bom número de torcedores dos estádios e que os clubes estão perdendo receita significativa com a conivência com os uniformizados', afirma César Gualdani, sócio-diretor da TNS Sport Brasil.
Para o torcedor brasileiro, a principal responsabilidade pela violência nos estádios são as torcidas organizadas, com 86% das citações. As autoridades de segurança pública vêm em seguida, com 7%.
Curitiba, palco da mais violenta briga entre torcedores em 2009, é a terceira cidade brasileira que mais rejeita as facções uniformizadas. 91% dos curitibanos afirmam que são elas as maiores responsáveis pela violência. Santos lidera, com 95%, seguida de Florianópolis, com 92%. São Paulo ocupa a quarta posição, com 87%".
É não deu, mais foi um jogão ontem no Alto de tantas Glórias. O Coritiba jogou em cima do Corinthians o jogo todo, cedeu o empate numa jogada boba, mas valeu o espetáculo da torcida alvi-verde, que mais uma vez lotou e empurrou o Verdão!!!!!!!!Se você achava que o máximo de criatividade dos publicitários era o anúncio do desodorante Avanço no sovaco dos jogadores do Corinthians, o Burger King foi ainda mais longe.
Novo patrocinador do Getafe (Espanha), a rede de junk food americana estampou sua marca inclusive no avesso da camisa do time. Assim, ela pretende faturar até quando o jogador marcar um gol e comemorar levantando a camisa (coisa que a Fifa proíbe, mas isso é só um detalhe).
Nas instruções do Burger King para o uso da camisa, que podem ser vistas abaixo, a rede incentiva o artilheiro a “mostrar o rei que existe dentro de você”.
Loja na capital paulista já comercializa o uniforme do Tricolor com o nome do personagem do filme de terror "Sexta-feira 13"; Torcida abraçou a ideia do Sampa "imortal" após a recuperação do time, que começou mal o Brasileirão e já se recuperou no campeonato.
Eh noix...
Europeus temem que ato dos brasileiros estimule manifestações religiosas na próxima temporada de clubes:A comemoração da seleção pelo título da Copa das Confederações e o comportamento dos jogadores brasileiros após a vitória sobre os Estados Unidos causam polêmica na Europa. A queixa é de que o time do Brasil estaria usando o futebol como palco para a religião. A Fifa até mandou um alerta à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que, por enquanto, não haveria punições, já que a manifestação ocorreu após o apito final do jogo.
Após a vitória sobre os Estados Unidos, no último domingo (26), em Johannesburgo, na África do Sul, os jogadores da seleção brasileira fizeram uma roda no centro do campo e rezaram. Além disso, muitos deles vestiram camisetas com mensagens religiosas. A Associação Dinamarquesa de Futebol é uma das que não estão satisfeitas com a situação e quer uma posição mais firme da Fifa Pede punições para evitar que isso volte a ocorrer.
Com centenas de jogadores africanos, vários países europeus temem que a falta de uma punição por parte da Fifa abra caminho para extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes europeus hoje.
Tanto a Fifa quanto os europeus concordam que não querem que o futebol se transforme em um palco para disputas religiosas, um tema sensível em várias partes do mundo. Mas, por enquanto, a entidade não ousa punir a seleção brasileira.
"A religião não tem lugar no futebol", afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa, em entrevista ao jornal local Politiken. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi "exagerada". "Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora."
As regras da Fifa impedem mensagens políticas ou religiosas em campo. A entidade prevê punições em casos de descumprimento. Por enquanto, nenhuma decisão foi tomada sobre a reclamação dos dinamarqueses, lembrando que a manifestação religiosa dos brasileiros apenas ocorreu após a partida.
Mas essa não é a primeira vez que o tema causa polêmica. Ao fim da Copa do Mundo de 2002, no Japão, a comemoração do pentacampeonato brasileiro foi repleta de mensagens religiosas. A Fifa mostrou seu desagrado na época. Disse, porém, que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã do mundo de comemorar à sua maneira.
De qualquer maneira, a Fifa revelou nesta quarta-feira que está "monitorando" a situação. E confirmou que "alertou a CBF sobre os procedimentos relevantes sobre o assunto".
Reportagem tirada da Gazeta do Povo de hoje.
É, tudo pode no futebol, mais agradecer a Deus pela vitória não pode, é brincadeira. A FIFA deveria se preocupar mais com manipulação de jogos, vendas super faturadas de jogadores entre outra cositas más, deixa o povo de de Deus agradecer pela vitória, e enaltecer Aquele a quem nós servimos!!!!!!!!!!!!!
God Bless You All...