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terça-feira, 9 de março de 2010

AS SETES MUDANÇAS DO NAMORO PARA O CASAMENTO...




Vale a pena conferir...

Quais situações ficam diferentes depois do “sim” e deixam os casados nostálgicos

Julia Reis, iG São Paulo

Eliane Rodrigues e Daniel Gonçalves, de 28 anos, estão comemorando: eles acabam de comprar um apartamento e vão se casar. Com a união os dois desejam, entre outras coisas, passar mais tempo juntos. Já a publicitária Júlia Gil tem 27 anos, é casada há seis e admite sentir falta de um espaço só para ela. “O conceito de individualidade muda depois de casar”, diz.

Se a grama do vizinho é sempre mais verde, é inevitável que existam casados e solteiros desejando os benefícios do outro lado da moeda. Mas quais serão as principais mudanças que deixam os casados pensando no passado? Com a ajuda de especialistas e casais, o Delas destaca sete armadilhas e situações do casamento que podem desanimar até os mais apaixonados.

1 – Falta de cuidados com o corpo
Ela não usa maquiagem, ele criou barriga e não corta as unhas do pé. São essas e outras reclamações que chegam ao consultório da psicóloga e terapeuta de casais Marina Vasconcellos.
Segundo a especialista, homens e mulheres tendem a não se preocupar mais tanto com a aparência após o casamento. Depois de um ano de casado, o publicitário Luis Gustavo Chapchap, de 27 anos, dizia para a mulher que não precisava ser tão vaidoso porque já estava “garantido”. Sim, ela ficava brava.

“É esperado que os namorados se arrumem para encontrar o outro. Usam perfume e colocam uma boa roupa. Isso é um ritual, faz parte da sedução”, diz a psicóloga. A dica é continuar caprichando para agradar o parceiro - ou aquele homem tão bem vestido que o que te levava para jantar pode fica irreconhecível.

2 – Saudade de sentir saudade
Namorados não se encontram todos os dias e noites. Há espaço para sentir falta do outro, ter saudade. Depois do casamento o clima muda, assim como as expectativas. “Eu gostava muito dos encontros quase secretos”, relata Izabel Correia, de 47 anos, sobre os tempos do namoro escondido.

Ela é casada há 27 anos e oficializou a união para viver seu romance com liberdade. Hoje admite que sente falta da animação do namoro. “Era emocionante estar com ele, principalmente porque era sempre por pouco tempo, como se fossemos amantes”, diz. Segundo Marina Vasconcellos, ver o parceiro todos os dias tira um pouco da ansiedade dos encontros – e esse baque é mais sentido em alguns casais.

3 – Overdose de companhia
Além de sentir menos saudade, os casados têm menos tempo para si. Júlia Gil achava legal a ideia de acordar ao lado do marido e preparar a mesa do café enquanto ele tomaria banho. Ela ainda gosta de tudo isso, mas em alguns momentos sente falta de uma cama só para ela e de um espaço para refletir.

“A companhia para compartilhar a vida é uma das coisas que mais atrai as pessoas para o casamento. A gente precisa de um outro para crescer, desenvolver, realizar”, diz o psiquiatra e terapeuta Nairo de Souza Vargas. Mas os momentos avulsos também são importantes. “Senão fica a sensação de sufoco, um enforcamento, sem individualidade”, completa Vargas.

4 – Perda da individualidade
O sagrado futebol com os amigos foi proibido. O happy hour dela com as amigas também é sempre criticado pelo marido. De repente, as atividades que cada um tinha quando solteiro ficaram de lado para agradar o parceiro. Segundo Nairo Vargas, a queixa frequente dos homens casados é que a mulher acha ruim que ele faça coisas com outras pessoas. Já as mulheres dizem que não têm espaço para viver a vida delas.
Um dos desafios da vida conjunta é manter a individualidade mesmo estando casados. “Os dois tem que ter tempo para fazer coisas que gostam”, explica o terapeuta. Sem isso, corre-se o risco de viver a vida só de um, se anular.

5 - Sexo fácil demais
“O engraçado do casamento é que pode finalmente transar todos os dias, mas não transa”, brinca Raquel Pires, de 37 anos e casada há quatro.

“Nosso dia a dia é cansativo e existe o desgaste natural. Quando você está namorando, se programa para o sexo por estar junto com aquela pessoa naquele dia”, diz a psicóloga Marina.
“A diferença para os casamentos dos dias de hoje é que o sexo começava apenas depois do casamento, ou seja, era uma grande novidade. Agora só sobra a parte ruim para depois!”, brinca Luiz Chapchap.

6 – Brigas sob o mesmo teto
“No namoro você passa os bons momentos junto com a pessoa e quando briga cada um vai para a sua casa”, diz Júlia Gil. Mas e quando o lar é o mesmo?

Se por um lado a proximidade traz segurança, quando há uma discussão não há para onde fugir e é preciso encarar de frente o conflito. “O casamento muda a dinâmica na hora de encarar os problemas. Não dá pra ir para a casa da mãe”, fala Marina Vasconcellos.

A psicóloga alerta para a necessidade dos casais resolverem as questões pendentes rapidamente e não acumularem problemas. “Não dá para guardar por muito tempo nem jogar tudo de uma vez na cara do outro”, recomenda.

7 – Obrigações sociais
O casamento traz mudanças drásticas no relacionamento com a família e nas obrigações sociais. Se antes você não se sentia na obrigação formal de ir na casa da mãe do namorado, agora que ele mora com você as visitas para a sogra são inevitáveis. E só a conversa ajudará a dosar o quanto isso é bom para você e o quanto isso incomoda. “O sacrifício é bom, esforço é bom, mas não posso me forçar ou me violentar se a situação me faz mal, me prejudica”, avalia o terapeuta Nairo.

O mesmo acontece com a vida social: o aniversário de um amigo, um casamento de alguém que você não conhece, jantar na casa do chefe: quando a união é oficializada fica maior a pressão para comparecer a esses eventos.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

CASAMENTO DE MARCOS E NATY BOTELHO!!!!


Meus queridos, estive esse final de semana na cidade maravilhosa. E realmente é muito maravilhosa.
Duas situações maravilhosas ocorreram neste final de semana. Vou tentar descrever o primeiro:
O casamento de Marcos e Naty, algo maravilhoso, pude participar de uma cerimônia que mostrou muita emoção, descontração, comprometimento, uma igreja maravilhosa.
A entrada da Naty foi marcante, com um solo de clarim e logo em seguida a marcha nupcial, causou um frisson na igreja.
Pude ficar num lugar privilegiado de frente para o Marcos e a Naty, pude captar cada reação deles durante toda a cerimônia, os momentos de reflexões, a de atenção, e principalmente os de emoções, eles realmente vivenciaram este momento. Quero dar uma pausa com relação a eles, e comentar a emoção do MV, ao ver seu grande amigo(companheiro) realizando o sonho de se casar, acredito que muitas coisas passaram pela cabeça deles, memórias de tudo que já passaram, chorou durante toda a cerimônia, algo tremendo, MV sua hora vai chegar velho!!!!!!!!!

Voltando ao casal, a declaração do Marcos foi muito a cara dele, prometendo amar a Naty acima do seu ministério e amigos, heehehhehe. Depois de cumprimentar os sogros e padrinhos da noiva, correu para os braços de seus amigos, que estavam na primeira fileira, foi emocianante.
Mas o ápice foi a despedida da Ivone(sua mãe), aí ninguém aguentou, o choro foi coletivo. Tudo maravilhoso.
A festa, ahhhhh a festa, simplesmente num dos lugares mais tradicionais do Rio, Confeitaria Colombo. Tudo muito gostoso, conversei bastante com o Sr. Toninho, pai do Saulo, um figurassa, muito loko, twitero de marca maior, e conversei também com o Josias outra figurassa.
Rolou um festere de gala, os meninos fazendo ginastiquinha, dançando Thriller, a galera extravasou, dançaram muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuitooooooo.


Com relação a segunda situação maravilhosa, vou deixar pra o próximo post, hehehehehehehe



God Bless You All...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

PARABÉNS PARA MINHA AMADA ESPOSA!!!

Minha amada esposa completa hoje mais uma primavera!!!!!!! Eu sou um homem abençoado, pois achei a mulher sábia que edifica o lar. E isso ela com certeza tem feito nesses quase 21 anos de casados.
Só tenho a agradecer a Deus pela vida dela!!!!!!!

Obs.: Lógico que o melhor presente que ela poderia receber, sou eu mesmo, ,hehehehehe!!!

God Bless You All...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Bodas de Prata no namoro?????


Estamos vivendo um problema que não lembro de ter lido algo parecido na história e, como tudo que é novo a igreja demora anos para assimilar, não estamos sabendo tratar o assunto como deveríamos.

Estou me referindo aos namoros de hoje.

Os jovens, ou melhor, os adolescentes estão começando os namoros mais cedo. Os meus pais começaram a namorar com 16 anos, o meu primeiro beijo foi dado com 14 e hoje já é comum ouvir entre os adolescentes que o primeiro beijo foi dado aos 10 anos.

Nem quero entrar no âmbito da precocidade dos adolescentes, que isso é uma outra questão a se tratar.

O problema não está apenas no começo do namoro, mas também no fim dele. A nossa sociedade capitalista e triunfalista nos formatou da seguinte forma: o certo é casar depois que a vida estiver estável financeiramente. Os meus pais se casaram com 19 anos, a minha geração se casou com 25 e agora a maioria está se casando com 28, 30 anos.

Está posto à mesa um problema que não se viu antes, a fase de namoro de uma pessoa deu um salto de 4 anos a 20 anos em pouco mais de uma geração. Logo vamos falar em bodas de Prata no namoro.

E quanto a nós, cristãos conservadores, que acreditamos que o sexo é para o casamento?

Um adolescente recebe, desde os 10 anos, uma carga grande entre os amigos para namorar, ouve na igreja para se abster do sexo e ouve dos pais para nem pensar em casar antes de se formar na faculdade.

Soluções como a proibição dos pais ao namoro até certa idade já se mostrou apenas um combustível altamente inflamável para os adolescentes. A proposta dos líderes de jovens para um namoro sem nenhum contato físico, a corte, não foi aceita pela maioria e acabou gerando muitos fariseus legalistas e mentirosos entre seus membros.

Em uma coisa acredito que todos concordam, no “carro chamado intimidade” no namoro não existe marcha ré.

A pergunta é: o que se deve ensinar para esta geração chegar ao casamento sem transar?

Tenho viajado o Brasil todo, ouvido e visto de tudo.

A maioria prefere ignorar o problema e continuar falando genericamente do assunto, outra parte quer ensinar baseado em um pecado: o medo.

Colocam medo nos adolescentes, além de mandarem para o inferno os que caíram, gastando horas mostrando que as meninas podem engravidar, pegar uma doença fatal, e a mais usada, pode criar traumas que irão carregar para o resto de suas vidas. Todas essas conseqüências eu acho que são reais e devem ser expostas, mas não acho que isso vai impedir alguém de transar na hora que a coisa esquenta. Pois a camisinha e os psicólogos já foram inventados.

João falou em sua carta que “no amor não existe o medo, antes o perfeito amor lança fora o medo”.

Estamos falhando, porque a solução não é o terror e nem o medo, é o amor.

Acredito fielmente que a tarefa quase impossível de se guardar para o casamento não é conquistada por mais ou menos leis, por medo, mas sim por amor a Deus.

Se nós nos aproximarmos de Deus de tal forma que nos relacionemos com Ele como amigos íntimos, entenderemos o que Ele fez na cruz por nós. Aí sim começaremos a entender que não temos que obedecer a bíblia para não ir para o inferno ou para não receber castigo de Deus, mas sim porque amamos e somos gratos para com aquele que nos salvou.

Alguns podem até cair, pois nem sempre permanecemos focados em Deus, mas assim que o Espírito nos lembra do evangelho, voltamos a querer, acima de nossas vontades, agradá-Lo em gratidão.

Acredito que uma boa conversa preventiva, uma boa educação em casa e na igreja ajudam, mas acredito fielmente que a boa conduta de alguém está baseada no amor e na gratidão de uma pessoa que foi salva por Cristo.

Texto retirado do blog do Marcos Botelho.

God Bless You All...