segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

PESSOAS PERFEITAS????







Estou lendo um livro que vem me questionando várias coisas, principalmente como tenho realizado o meu chamado.

Meu, algumas vezes deixo o livro na prateleira pra não me questionar muito, mas algumas coisas estão vindo a tona. O escritor trata à respeito das pessoas perfeitas das nossas igrejas nos dias de hoje.
Como tratam pessoas diferentes do seus costumes, ou liturgias. Porque temos, mesmo inconsciente, acolhemos mais fácil quando as pessoas são meio que nosso protótipo.

Alguém falaria, é mais fácil eu me identificar com a minha tribo. Com certeza não há nada de novo nessa afirmação.

Ou então porque amamos as pessoas até acharmos que podemos convertelas, não conseguindo, essa pessoas que investimos tempo, amor, dedicação, simplesmente não interessa mais, pois ela não quiz o que eu iria propiciar a ela.

E será que realmente somos essas pessoas "perfeitas" que achamos, afinal eu encontrei a Verdade que liberta, por isso eu sou acima de qualquer suspeita.
Alguma semelhança com os fariseus, que oravam em voz alta, os caras se achavam.
E na realidade Jesus bateu de frente com essa raça, mostrando para que realmente Ele tinha vindo.

Segundo as estatísticas do EUA, a igreja que está alcançando pessoas comuns com menos de 40 anos, é bem provável que uma a cada 03 mulheres tenham feito aborto. Uma ou duas em cada seis foram abusadas sexualmente.Mais de seis dentre dez, acha que melhor é viver junto antes de realmente casar, para evitar a papelada do divórcio. A maior parte é sexualmente ativa. A maior parte dos homens lutam contra a pornografia. Um a cada cinco tem problema de uso excessivo de drogas ou alcool.

Tudo bem isso corresponde aos numeros americanos, mas isso não é muito longe da nossa realidade brasileira.
Drogas, estrupos, bebidas, aborto, quase não aparece esses assuntos em nosso dia a dia?

E essas são as pessoas que Cristo quer salvar. Advogados, peão de obra, prostitutas, médicos, executivos, tatuadores, traficantes, branco ou preto, rico ou pobre. Eles estão por aí. Será que eles são bem vindos em nossa igreja?

Nós precisamos entender o mundo arrasado que vivemos. Devemos estar pronto para ofercer cura e esperança, a mesma que Jesus ofereceu a Zaqueu, à mulher samaritana, à mulher que foi pego em adultério. Podemos amorosamente aceitá-los "como estão" e oferecer-lhes amor e cura, como Jesus fez ao dizer:"Vá e não peques mais".

Para isso, devemos entender que nós também estamos cansados e necessitados de um Salvador. Precisamos mostrar a outras pessoas que através de um quebrantamento, de uma dependência diária de um Salvador misericordioso que traz cura pra a alma e esperança para o futuro.

Bem, isso é um pouquinho do que tenho sido confrontado neste livro, e realmente espero que faça você analisar como você tem levado sua vida como uma "PESSOA PERFEITA".

God bless you all.

John Lennon.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Um final de semana com Deus!!!!!!!!!!!






Meu, apesar de ter colocado como indicação ao lado como uma leitura inesquecível, preciso reforçar!!!!!!!!!!!!!

O livro é algo muito além do imaginado, indico e digo que foi um dos livro mais envolvente que li nestes últimos meses. Algo que você não consegue largar, sempre há algo no próximo capitulo que não deixa você largar o livro. Você não vê a hora de ver como vai ficar na próximo experiência.

Tremendo, é um livro de relacionamento com Deus, mas de uma forma muito envolvente e alucinante. Vale como uma grande experiência de comunhão com o nosso Deus, e qual a forma que vemos ELE.

Não vou também descorrer sobre o assunto, senão não têm muita lógica eu incentivar você a ler, mas posso garantir que após ler, você vai ficar com essa sensação de que todos deveriam saber o quanto esse livro é bom, ou melhor, muito bom!!!!!!!

Vale apena mesmo, caso você queira entrar nessa jornada, tenho certeza que não vai se arrepender.

God bless you all!!!!!!!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Quem somos na real??????




Estive no Fogo e Glória aqui em Curitiba nos dias 06 e 07 de novembro. Foi muito bom e revigorante poder ouvir o louvor do David Quinlan, o cara manda muito e sua banda é muito boa, em particular o baterista arrebentou.

Mas em torno disse ouvimos uma palavra muito abençoada do pastor Luciano Subirá, como o inimigo tenta tirar a nossa atenção quando nos propomos a adorar a Deus em espírito e em verdade, ele tenta nos atingir de várias maneiras, foi tremendo.

Mas o que me chamou muita atenção foi a pregação de sexta-feira à noite com o pastor da Igreja de Nova Iguaçu, creio do ministério Apascentar, e me perdoe por não lembrar o nome dele.
Mas o que importa foi a palavra que ele trouxe, que era sobre Jacó roubando a benção de Esaú. Isaque no cap. 27 está morrendo e ele tinha que abençoar o primogenito que era Esaú, e todos conhecem o que Rebeca fez para Jacó receber a benção.
Na pregação ele trabalhou em cima da parte B do vc. 22 " A voz é de Jacó, mas os braços são de Esaú". NVI.
Meu, realmente existe muitos com a voz de Jacó, e como estamos lidando com esses que tem enganados a tantos, com ropinhas de crente, cara de crente, jeitinho de crente e até com os braços de crente, mas que na realidade querem se aproveitar de algumkas situações, como Jacó, roubando a benção dos outros.
Tem uma frase no livro que estou lendo que me parece bem oportuna:
"- Um pássaro não é definido por estar preso no chão, mas por sua capacidade de voar. Lembre-se disso: os seres humanos não são definidos por suas limitações, e sim pelas intenções que tenho para eles. Não pelo que parecem ser, mas por tudo que significa ser criado à minha imagem."

Trazendo isso para nossa realidade, para onde estamos indo? Será que essa questão de modos e costumes, realmente vai dizer que é crente e quem não é?
Naquela noite acredito que 85% dos jovens que lá estavam foram a frente querendo receber oração para ser um crente verdadeiro.
Mas quem pode dar suporte a esses jovens continuarem neste propósito? Pois como sabemos o mundo oferece muito coisa pra nos tirar deste propósito. A luta muita das vezes é injusta, pois para nós tem muita cobrança.
Como a frase acima do livro diz, só conseguiremos nos tornar varão perfeito quando realmente entendermos o propósito disso tudo, ou seja porque Jesus morreu naquela cruz.
Será que foi para parecermos crentes? Ou foi para entender que o amor por nós foi tão grande a ponto de morrer por nós?
E o que faremos com isso? Meu irmão existe uma introdução do Toby Mac da música Love is in the House, no cd ao vivo, que ele coloca dessa forma o que podemos fazer.
Não importa a pregação com conhecimento na palavra, não importa os prédios da igrejas serem pomposos, não são palavras que vão dizer que você é crente, ou a música que escutamos até por que a música mexe com nosso corpo e glorifica a Deus.
O que realmente vai dizer que realmente somos cristãos quando nos amarmos uns aos outros, quando pessoas perguntarem o que temos de diferente e desejarem anciosamente por isso.

Acho que é isso por hoje.
Para o retorno acho que tá bom.

E Juba valeu pelo toque brother, pensei e estou voltando.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

A maldição da culpa - by John Piper.

03/05/2008 - 07:27 por John Piper

A maldição da culpa
A culpa não deve nos deixar inertes e abalados diante de um pecado confesso e já perdoado.









Em 26 anos de pastorado, o mais perto que eu havia chegado de ser demitido da Igreja Batista Bethlehem foi em meados da década de 1980, depois de escrever um artigo intitulado Missões e masturbação para nosso boletim. Eu o escrevi ao voltar de uma conferência sobre missões presidida por George Verwer, presidente da Operação Mobilização. No evento ele disse como seu coração pesava pelo imenso número de jovens que sonhavam em obedecer completamente a Jesus, mas que acabavam se perdendo na inutilidade da prosperidade americana. A sensação constante de culpa e indignidade por causa de erros sexuais dava lugar, pouco a pouco, à falta de poder espiritual e ao beco sem saída da segurança e conforto da classe média.
Em outras palavras, o que George Verwer considerava trágico – e eu também considero – é que tantos jovens abandonem a causa da missão de Cristo porque ninguém lhes ensinou como lidar com a culpa que se segue ao pecado sexual. O problema vai além de não cair; a questão é como lidar com a queda para que ela não leve toda uma vida para o desperdício da mediocridade. A grande tragédia não são práticas como a masturbação ou a fornicação, e nem a pornografia. A tragédia é que Satanás usa a culpa decorrente desses pecados para extirpar todo sonho radical que a pessoa teve ou poderia vir a ter. Em vez disso, o diabo oferece uma vida feliz, certa e segura, com prazeres superficiais, até que a pessoa morra em sua cadeira de balanço, em um chalé à beira de um lago.
Hoje de manhã mesmo, Satanás pegou seu encontro das duas da manhã – seja na televisão ou na cama – e lhe disse: “Viu? Você é um derrotado. O melhor é nem adorar a Deus. Você jamais conseguirá fazer um compromisso sério para entregar sua vida a Jesus Cristo! É melhor arrumar um bom emprego, comprar uma televisão de tela plana bem grande e assistir o máximo de filmes pornográficos que agüentar”. Portanto, é preciso tirar essa arma da mão dele. Sim, claro que quero que você tenha a coragem maravilhosa de parar de percorrer os canais de televisão. Porém, mais cedo ou mais tarde, seja nesse pecado ou em outro, você vai cair. Quero ajudá-lo a lidar com a culpa e o fracasso, para que Satanás não os use para produzir mais uma vida desperdiçada.
Cristo realizou uma obra na história, antes de existirmos, que conquistou e garantiu nosso resgate e a transformação de todos que confiarem nele. A característica distintiva e crucial da salvação cristã é que seu autor, Jesus, a realizou por completo fora de nós, sem nossa ajuda. Quando colocamos nele a fé, nada acrescentamos à suficiência do que fez ao cobrir nossos pecados e alcançar a justiça que é considerada nossa. Os versículos bíblicos que apontam isso com mais clareza estão na epístola de Paulo aos Colossenses 2.13-14: “Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões e cancelou o escrito de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz”.
É preciso pensar bem nisso para entender plenamente a mais gloriosa de todas as verdades: Deus pegou o registro de todos os seus pecados – todos os erros de natureza sexual – que deixavam você exposto à ira. Em vez de esfregar o registro em seu rosto e usá-lo como prova para mandar você para o inferno, Deus o colocou na mão de Seu filho e pregou na Cruz. E quem são aqueles cujos pecados foram punidos na cruz? Todos que desistem de tentar salvar a si mesmos e confiam apenas em Cristo. E quem assumiu essa punição? Jesus. Essa substituição foi a chave para a nossa salvação.
Alguma vez você já parou para pensar no que significa Colossenses 2.15? Logo depois de afirmar que Deus pregou na cruz o registro de nossa dívida, Paulo escreve que o Senhor, “tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz”. Ele se refere ao diabo e seus exércitos de demônios. Mas como são desarmados? Como são derrotados? Eles possuem muitas armas, mas perdem a única que pode nos condenar – a arma do pecado não perdoado. Deus pregou nossas culpas na cruz. Logo, houve punição por elas – então, seus efeitos acabaram! O problema é que muitos percebem tão pouco da beleza de Cristo na salvação que o Evangelho lhes parece apenas uma licença para pecar. Se tudo que você enxerga na cruz de Jesus é um salvo-conduto para continuar pecando, então você não possui a fé que salva. Precisa se prostrar e implorar a Deus para abrir seus olhos para ver a atraente glória de Jesus Cristo.

Culpa corajosa – A fé que salva recebe Jesus como Salvador e Senhor e faz dele o maior tesouro da vida. Essa fé lutará contra qualquer coisa que se coloque entre o indivíduo salvo e Cristo. Sua marca característica não é a perfeição, nem a ausência de pecados. Quem enxerga na cruz uma licença para continuar pecando não possui a fé que salva. A marca da fé é a luta contra o pecado. A justificação se relaciona estreitamente com a obra de Deus pregando nossos pecados na cruz. Justificação é o ato pelo qual o Senhor nos declara não apenas perdoados por causa da obra de Cristo, mas também justos mediante ela. Cristo levou nosso castigo e realiza nossa retidão. Quando o recebemos como Salvador e Senhor, todo o castigo que ele sofreu, e toda sua retidão, são computados como nossos. E essa justificação vence o pecado.
Possuímos uma arma poderosa para combater o diabo quando sabemos que o castigo por nossas transgressões foi integralmente cumprido em Cristo. Devemos nos apegar com força a essa verdade, usando-a quando o inimigo nos acusar pelas nossas faltas. O texto de Miquéias 7.8-9 apresenta o que devemos lhe dizer quando ele zombar de nossa aparente derrota: “Não te alegres a meu respeito; ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei (...) Sofrerei a ira do Senhor, porque pequei contra ele, até que julgue a minha causa e execute o meu direito”. É uma espécie de “culpa corajosa” – o crente admite que errou e que Deus está tratando seriamente com ele. Mas, mesmo em disciplina, não se afasta da bendita verdade de que tem o Senhor ao seu lado!
Há vitória na manhã seguinte ao fracasso! Precisamos aprender a responder ao diabo ou a qualquer um que nos diga que o Senhor não poderá nos usar porque pecamos. “Ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei”, frisou o profeta. “Embora eu esteja morando nas trevas, o Senhor será a minha luz.” Sim, podemos estar nas trevas da iniqüidade; podemos sentir culpa, porque somos, realmente, culpados pelo nosso pecado. Mas isso não é toda a verdade sobre o nosso Deus. O mesmo Deus que faz nossa escuridão é a luz que nos apóia em meio às trevas. O Senhor não nos abandonará; antes, defenderá a nossa causa.
Quando aprendermos a lidar com a culpa oriunda de nossos erros com esse tipo de ousadia em quebrantamento, fundamentados na justificação pela fé e na expiação substitutiva que Cristo promoveu por nós, seremos não apenas mais resistentes ao diabo como cometeremos menos falhas contra o Senhor. E, acima de tudo, Satanás não será capaz de destruir nosso sonho de viver uma vida em obediência radical a Jesus e de serviço à sua obra.

CASAMENTO TÊM CONFLITO??????? Por Gary Chapman

14:20 por Gary Chapman







Discussão não é a solução
O conflito gera discussões que, com freqüência, fogem ao controle. Aí, ao invés de se encontrar soluções, criam-se novos problemas de relacionamento.

Conflitos fazem parte da natureza humana. Sempre que interesses são contrariados, surgem pontos de atrito que acabam levando a eles. Há conflitos entre pessoas, entre grupos, entre nações – mas poucos espaços são tão propícios à eclosão de conflitos quanto o matrimônio. Afinal, é no casamento que as individualidades são postas à prova quase que diariamente. E os conflitos resultam justamente de nossa individualidade. Mas, para alguns casais, o conflito gera discussões que, com freqüência, fogem ao controle. Aí, ao invés de se encontrar soluções, criam-se novos problemas de relacionamento.
O que há de tão ruim nas discussões entre casais? É que, geralmente, elas não levam a soluções – quando um dos cônjuges vence a discussão, o outro sai derrotado. Discussões podem ter como resultado grandes parcerias. Mas, também, podem ser bastante destrutivas. Discussões são quase sempre carregadas de emoção. O pior é que as discussões acabam levando a um destes três resultados: o marido ganha, a mulher perde; a mulher ganha, seu marido perde; ou, então, ocorre um empate, onde ambos perdem. Nenhum dos dois aceita a posição do outro e ambos saem decepcionados, frustrados, magoados, irados.
A boa notícia é que os conflitos podem ser resolvidos sem discussão. Encontrar a solução certa começa quando decidimos acreditar que ela existe e que as duas pessoas envolvidas são inteligentes o suficiente para encontrá-la. Isso envolve respeito às idéias do outro, ainda que sem concordância tácita. E amor, é claro. Afinal, o objetivo é encontrar uma solução, e não vencer uma discussão. O alvo na solução dos conflitos não é acabar com as diferenças, mas aprender a trabalhar com elas, usando-as para tornar a convivência melhor. No caso da vida a dois, resolver conflitos é o passaporte para se construir um relacionamento melhor.
Não há como solucionar um conflito sem ouvir com empatia. Infelizmente, a maioria dos casais pensa que está ouvindo um ao outro; mas, na verdade, quando deveriam ouvir, estão apenas recarregando a metralhadora verbal. Ouvir com empatia significa tentar entender o que o parceiro está pensando e sentindo. É colocar-se no lugar do outro e tentar ver o mundo pelos seus olhos. Isso implica em baixar a arma verbal em prol de entendimento verdadeiro do ponto de vista do cônjuge. Em vez de pensar em como vamos responder ao que o outro está falando, deveríamos dedicar toda a atenção em ouvir o que ele está dizendo. Só obteremos uma resposta de amor depois que entendermos o significado e o sentimento que se encontram por trás das palavras.
O erro mais comum que os casais cometem na tentativa de solucionar conflitos é responder antes de enxergar o cenário completo. É inevitável que isso leve a discussões. Quando as pessoas retrucam rápido demais, costumam responder à questão errada. Mas ouvir ajuda a focalizar o ponto central do conflito. Quando você declara ter entendido a perspectiva de seu cônjuge, pode compartilhar a sua e, juntos, negociarem uma solução que atenda às idéias e os sentimentos dos dois. Sim, é possível encontrar uma solução em que os dois saiam vencedores. Quando ouvimos, entendemos e respeitamos as idéias um do outro. Quando o marido e a esposa buscam soluções em amor para os conflitos, acabam chegando à harmonia e à união que desejam construir acima de tudo.



Discussão não é a solução
O conflito gera discussões que, com freqüência, fogem ao controle. Aí, ao invés de se encontrar soluções, criam-se novos problemas de relacionamento.

Conflitos fazem parte da natureza humana. Sempre que interesses são contrariados, surgem pontos de atrito que acabam levando a eles. Há conflitos entre pessoas, entre grupos, entre nações – mas poucos espaços são tão propícios à eclosão de conflitos quanto o matrimônio. Afinal, é no casamento que as individualidades são postas à prova quase que diariamente. E os conflitos resultam justamente de nossa individualidade. Mas, para alguns casais, o conflito gera discussões que, com freqüência, fogem ao controle. Aí, ao invés de se encontrar soluções, criam-se novos problemas de relacionamento.
O que há de tão ruim nas discussões entre casais? É que, geralmente, elas não levam a soluções – quando um dos cônjuges vence a discussão, o outro sai derrotado. Discussões podem ter como resultado grandes parcerias. Mas, também, podem ser bastante destrutivas. Discussões são quase sempre carregadas de emoção. O pior é que as discussões acabam levando a um destes três resultados: o marido ganha, a mulher perde; a mulher ganha, seu marido perde; ou, então, ocorre um empate, onde ambos perdem. Nenhum dos dois aceita a posição do outro e ambos saem decepcionados, frustrados, magoados, irados.
A boa notícia é que os conflitos podem ser resolvidos sem discussão. Encontrar a solução certa começa quando decidimos acreditar que ela existe e que as duas pessoas envolvidas são inteligentes o suficiente para encontrá-la. Isso envolve respeito às idéias do outro, ainda que sem concordância tácita. E amor, é claro. Afinal, o objetivo é encontrar uma solução, e não vencer uma discussão. O alvo na solução dos conflitos não é acabar com as diferenças, mas aprender a trabalhar com elas, usando-as para tornar a convivência melhor. No caso da vida a dois, resolver conflitos é o passaporte para se construir um relacionamento melhor.
Não há como solucionar um conflito sem ouvir com empatia. Infelizmente, a maioria dos casais pensa que está ouvindo um ao outro; mas, na verdade, quando deveriam ouvir, estão apenas recarregando a metralhadora verbal. Ouvir com empatia significa tentar entender o que o parceiro está pensando e sentindo. É colocar-se no lugar do outro e tentar ver o mundo pelos seus olhos. Isso implica em baixar a arma verbal em prol de entendimento verdadeiro do ponto de vista do cônjuge. Em vez de pensar em como vamos responder ao que o outro está falando, deveríamos dedicar toda a atenção em ouvir o que ele está dizendo. Só obteremos uma resposta de amor depois que entendermos o significado e o sentimento que se encontram por trás das palavras.
O erro mais comum que os casais cometem na tentativa de solucionar conflitos é responder antes de enxergar o cenário completo. É inevitável que isso leve a discussões. Quando as pessoas retrucam rápido demais, costumam responder à questão errada. Mas ouvir ajuda a focalizar o ponto central do conflito. Quando você declara ter entendido a perspectiva de seu cônjuge, pode compartilhar a sua e, juntos, negociarem uma solução que atenda às idéias e os sentimentos dos dois. Sim, é possível encontrar uma solução em que os dois saiam vencedores. Quando ouvimos, entendemos e respeitamos as idéias um do outro. Quando o marido e a esposa buscam soluções em amor para os conflitos, acabam chegando à harmonia e à união que desejam construir acima de tudo.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

DICAS DE CASAMENTO.





Um artigo do Arnaldo Jabour pode nos ensinar muitas coisas, quando realmente queremos levar o nosso casamanto até o final, nas suas palavras existem muitos ensinamentos, é muito mais que uma festa de celebração, aprecie:

CASAMENTO - Por Arnaldo Jabor

Meus Amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher.
As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo.
Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:
Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.
Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu.
O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.
O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal. De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido.
Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial? Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?
Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.
Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.
Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.
Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.
Mas se você se separar sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.
Não existe essa tal “estabilidade do casamento” nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos. A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma “relação estável”, mas saber mudar junto.
Todo cônjuge precisa evoluir estudar, aprimorar-se, interessasse por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?
È o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.
Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par.
Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças.
Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.

PARABÉNS A TODA NAÇÃO ALVI-VERDE!!!!!!!!

FESTA NO MEIO ESTÁDIO!!!!!!!!!!!!